Inteligência artificial ameaça salários, não empregos – até agora, conclui estudo do Banco Central Europeu

A rápida adoção da inteligência artificial poderia reduzir os salários, mas até agora está criando, e não destruindo, empregos, especialmente para os jovens e altamente qualificados, mostrou uma pesquisa publicada pelo Banco Central Europeu nesta terça-feira (28), de acordo com informações da Reuters

As empresas investiram pesadamente em inteligência artificial, ou IA, deixando os economistas empenhados em compreender o impacto no mercado de trabalho e gerando receios entre o público em geral quanto ao futuro dos seus empregos.

“Esses resultados não equivalem a uma absolvição”, afirmou o jornal. «As tecnologias baseadas na IA continuam a ser desenvolvidas e adotadas. A maior parte do seu impacto no emprego e nos salários – e, portanto, no crescimento e na igualdade – ainda não foi observada.»

As descobertas contrastam com as “ondas tecnológicas” anteriores, quando a informatização diminuiu “a proporção relativa do emprego de trabalhadores com qualificações médias, resultando na” polarização “.

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